Blog do Avallone

Os que duelam pelo título. E a lambança castigada

Roberto Avallone

Imagem: Marcello Zambrana / AGIF

1- Após o clássico- quente só no segundo tempo- entre São Paulo e Corinthians, empate de 1 a 1 (gols de Maicon e Jô) e os demais jogos do domingo, o Campeonato Paulista já tem sete clubes classificados para as quartas- de-final, com os seguintes jogos: Palmeiras e Novorizontino; Santos e Ponte Preta; Linense e São Paulo. O sétimo clube a jogar é o Corinthians, com certeza, mas sem saber, ainda, matematicamente contra quem. Muito provavelmente contra o Botafogo, primeiro jogo em Ribeirão Preto, pois o Corinthians será o líder de seu grupo (está em segundo na classificação geral, atrás do líder geral Palmeiras) e os botafoguenses têm grandes chances de classificação.

Com a nova fase, a partir do próximo final de semana, o interesse deverá crescer. Se bem que já foi muito bom o público do clássico São Paulo e Corinthians- mais de 51 mil pagantes-, impulsionado pela rivalidade do confronto e também pelo preço dos ingressos, pois a renda do Majestoso, mesmo com tanta gente no estádio, foi  inferior à obtida pelo Palmeiras no jogo contra o Audax, que registrou a presença de pouco mais de 27 mil pagantes.

É uma espécie, daqui para a frente, do ''agora vale'', no mata-mata bem ao gosto do público, desta vez com duas partidas para cada confronto, reduzindo a chance da ''zebra''. Só reduzindo, eu disse.

Foto: André Borges/Agif/Folhapress

2- Só vi e revi na noite de domingo a lambança da arbitragem do clássico Flamengo e Vasco. Foi tão nítido o erro do árbitro Luis Antonio Silva Santos e de seu auxiliar Daniel Espirito Santo no pênalti que originou o gol de empate do Vasco, que eles foram afastados no domingo à noite mesmo, por tempo indeterminado: a imagem da tevê mostrou que a bola não bateu no braço e nem na mão de Renê e sim em região próxima à barriga.

Agora, estão afastados, sim. E adianta muito? Que o prejudicado fique a se lamentar, pois não?

E há quem discuta a necessidade de árbitro de vídeo. É preciso. E para ontem.